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O ano de 2019 promete ser um ano com grandes notícias para Setor de geração de Energia no Brasil, com selo de energia verde.

A Agência Nacional de Energia Elétrica Brasileira divulgou o relatório mostrando que o país pode mais que dobrar a capacidade instalada de usinas de energia solar. No panorama atual tem chegado a vez de energias limpas, sustentáveis e económicas invés da energia tradicional.

Ao contrário da energia eólica que existe há mais tempo, que tem igualmente crescido progressivamente, quando se trata do uso de radiação solar para gerar energia elétrica, a sua construção no Brasil é significativamente mais jovem.

O Brasil tem crescido na implementação de fábricas de placas fotovoltaicas, as empresas públicas têm entrando na corrida para a energia solar voltaicas potenciando a troca de energia com o México, onde está localizada a maior usina fotovoltaica das Américas.

Pela primeira vez na América Latina, pesquisadores viabilizam produção de equipamentos de energia solar em escala industrial.

Existem linhas de montagem de células solares, que são nada mais que dispositivos capazes de converter radiação solar em energia elétrica. Para otimizar o desempenho das células, elas são colocadas para trabalhar em conjunto, formando um módulo fotovoltaico.

“Pouco lugares no mundo têm uma estrutura de produção tão eficiente quanto a nossa”, garante o físico Adriano Moehlecke, professor da PUCRS, Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, que em conjunto com a física Izete Zanesco desenvolveram a célula solar mais eficiência do país.

A célula solar foi desenvolvida em lâmina de silício grau solar e se diferencia do processo padrão da indústria atual de células solares de silício.

Primeiro fator para a adesão é a redução do custo da Energia Solar, este feito se deve à criação, por uma equipe da PUC do Rio Grande do Sul, de um processo que permite a fabricação de painéis que captam radiação do sol e a transformam em energia elétrica.

No corpo docente se encontra a premiada Agnieszka Latawiec, que é professora da PUC do Rio de Janeiro, foi a primeira cientista ligada a uma instituição de ensino e pesquisa brasileira a receber o prêmio científico The Royal Society Newton Advanced Fellowship Award, oferecido pela Coroa Britânica.

Antes as placas fotovoltaicas que chegavam ao Brasil, eram exclusivamente de origem chinesa. Com o começo da produção nacional no Setor das Energias Fotovoltaicas, produzindo os módulos/ placas, inversores, estruturas e materiais elétricos, a indústria concorrente chinesa se sentiu pressionada a se instalar no território brasileiro, de forma a acompanhar a concorrência brasileira muito requisitada.

CED Prometheus Brasil
CED Prometheus Brasil

A empresa chinesa CED Prometheus irá investir mais de US$ 300 milhões em Mato Grosso para produção de energia solar na região de Chapada dos Guimarães (Mato Grosso).

Na última década, a compra do sistema de energia solar ficou 70% se tornou mais barata para os usuários caseiros, tendo uma capacidade de durabilidade ao longo de mais de 25 anos, o investimento de capital pessoal do consumidor é de 5 anos, o que justifica em muito a sua utilização em conjunto com a redução das taxações de imposto (ICMS) sobre as compensações.

O ICMS não mais é que o Imposto sobre circulação de Mercadorias e Serviços. É um imposto estadual, sua quota é decidida pelas receitas que cada estado garante. Esta está aplicada em 24 estados brasileiros (ficando faltando Paraná, Amazonas e Santa Catarina) sendo uma ótima forma de elevar a competitividade dessa tecnologia no campo.

Esta tecnologia limpa avançou tanto, que para o consumidor ficará mais barato gerar a sua própria energia solar no telhado da sua casa, do que comprar à sua distribuidora local. O uso de um painel fotovoltaico melhora o fator de potência da rede elétrica e o rendimento elétrico de iluminação.

Além de incluir a sustentabilidade é sempre um fator preferencial para reduzir o consumo e os altos gastos com a energia elétrica, incluindo as multas, diminuindo a frequência de quedas de energia. Para proteger seus aparelhos domésticos poderá investir num sistema de proteção de queda de energia, a par dos equipamentos de energia solar.

Em Dezembro de 2017, nos lares brasileiros existiam cerca de 21.394 geradores elétricos, havendo a precisão de em Dezembro 2018 haver 33.290 geradores. Um número avassalador comparando com o ano de 2015 no mesmo mês onde existiam unicamente 1.823.

Supondo que uma casa consuma 300 kWh, o valor da fatura será aproximadamente R$150, depois da colocação de um painel solar que produz e injeta na rede 200kWh, ou seja, ⅔ do que a cada consome a conta da luz cairá, custando R$50 por 100kWh.

Com o mercado querendo reduzir esse desconto: a fatura continuaria mais baixa que os R$150, mas não tão atrativa quanto os R$50. O sistema de cogeração, que utiliza placas fotovoltaicas em edificações produz parte da energia necessária ao consumo, que foi implementada na Holanda, num complexo residencial de 5000 casas.

O sistema fotovoltaico deve conter uma ou mais placas solares, regulador de carga para evitar sobrecarga ou descarga excessiva de bateria, banco de bateria que armazenem para que o sistema funcione durante a noite.

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