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	<title>Energias Renováveis &#8211; Notícias e empregos sobre Energias Renováveis</title>
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	<description>Portal de Notícias e Empregos sobre Energias Renováveis, economia sustentável e eficiência energética.</description>
	<lastBuildDate>Wed, 22 Apr 2020 20:03:47 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Atenção às burlas de 60 euros nas inspeções periódicas de água e luz</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joana Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Apr 2020 20:03:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Energias Renováveis]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No momento em que Portugal luta frente ao COVID-19, ERSE alerta para Burlas de 60 euros nas inspeções periódicas de água e luz.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h3><strong>ERSE alerta para Burlas de 60 euros nas inspeções periódicas de água e luz</strong></h3>
<p>No momento em que Portugal luta frente ao COVID-19, os crimes de burla estão a aumentar.</p>
<p>Há também falsos inspetores a realizar inspeções periódicas de água e luz. De acordo com a Entidade Reguladora dos Serviços energéticos (ERSE), os burlões cobram 60 euros.</p>
<p>Os indivíduos batem à porta das vítimas e dizem que vem fazer uma inspeção periódica à sua instalação de gás ou de eletricidade, que é obrigatória e que tem de pagar cerca de 60 euros.</p>
<p>A ERSE contactou as empresas de eletricidade e de gás natural, cujo nome está a ser usado e confirmou que, durante o período da pandemia causada pelo Covid-19, não estão previstas quaisquer inspeções periódicas nas casas dos consumidores, salvo em situações urgentes ou solicitadas pelo consumidor e agendadas.</p>
<p>Caso tenha dúvidas, pode contactar o seu fornecedor! Para se prevenir, pode ainda exigir a identificação de quem lhe bate à porta quando solicitar algum serviço ao seu fornecedor ou operador da rede de eletricidade ou de gás natural.</p>
<p>Desde o início do Estado de Emergência, no dia 18 de março, a maior rede social de consumidores em Portugal, registou 356 reclamações por burla e fraude, cerca de 16 queixas por dia.</p>
<p>Em tempos confinamento e maior utilização das plataformas digitais, o Portal da Queixa alerta a comunidade online para as 5 principais burlas que estão a ser praticadas.</p>
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	</item>
		<item>
		<title>Megaprojeto &#8211; Central solar fotovoltaica na barragem mais alta da Europa</title>
		<link>https://www.portal-energia.com/megaprojeto-central-solar-fotovoltaica-na-barragem-mais-alta-da-europa/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Reis]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Apr 2020 20:44:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Energias Renováveis]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias Energia Solar]]></category>
		<category><![CDATA[Energia Solar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Está prevista a instalação de 6.000 módulos fotovoltaicos que permitem revestir uma área de 10.000 metros quadrados na vertente sul da barragem.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A construção de uma central solar na barragem de Muttsee, na Suíça, acaba de ser aprovada pelas autoridades helvéticas.</strong></p>
<p><strong>As obras terão início no verão de 2021.</strong></p>
<p><strong>Está prevista a instalação de 6.000 módulos solares fotovoltaicos que permitem revestir uma área de 10.000 metros quadrados na vertente sul da barragem.</strong></p>
<p>Com este projeto pioneiro, que contempla a construção de uma central solar com uma capacidade instalada de 2 MW e uma produção anual de eletricidade de 2,7 GWh, a Axpo reforça o seu compromisso de ampliar a produção de energia 100% renovável.</p>
<h2><strong>Construção de central solar na barragem de Muttsee</strong></h2>
<p>A Axpo recebeu luz verde por parte das entidades competentes (o município de Glarus Sul, o cantão de Glaurus e a Secretaria Federal de Energia Suíça) para construir a primeira central solar alpina em grande escala, que será instalada nas paredes da barragem de Muttsee – a mais alta da Europa, situada a 2.500 metros acima do nível do mar.</p>
<p>Com este projeto pioneiro, a Axpo reforça o seu compromisso com as <a href="https://www.portal-energia.com/fontes-de-energia/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">energias renováveis</a> e aumenta o fornecimento de eletricidade durante os meses de inverno.</p>
<p>Este projeto pioneiro inclui a construção de uma central com capacidade instalada de 2 megawatts e uma produção anual de eletricidade de 2,7 gigawatts hora, equivalente ao consumo médio anual de 600 lares.</p>
<p>Nos meses de inverno, a produção de eletricidade é significativamente inferior à procura, o que incentivou os especialistas da Axpo a procurar soluções sustentáveis para dar resposta a este problema.</p>
<figure id="attachment_20793" aria-describedby="caption-attachment-20793" style="width: 696px" class="wp-caption alignnone"><img class="wp-image-20793 size-full" title="Central Solar na barragem de Muttesee" src="https://www.portal-energia.com/wp-content/uploadsthumbs/central-solar-barragem-muttsee-2.jpg" alt="Central Solar na barragem de Muttesee" width="696" height="355" /><figcaption id="caption-attachment-20793" class="wp-caption-text">Central Solar na barragem de Muttesee</figcaption></figure>
<p>Neste sentido, a central solar projetada pela Axpo nos Alpes de Glarus representa um importante contributo para aumentar a oferta de energia limpa nos meses frios.</p>
<p>Um dos grandes problemas que as centrais solares suíças enfrentam durante o inverno é o facto de estarem constantemente tapadas por uma camada de nevoeiro. A instalação dos painéis solares a grande altitude permite evitar esta situação e captar mais radiação solar.</p>
<p>Por outro lado, a eficiência dos sistemas fotovoltaicos e os módulos solares é maior a baixas temperaturas. Além disso, as camadas de neve refletem a luz do sol, o que se traduz num maior rendimento da energia solar.</p>
<p><strong>Está prevista a construção de 6.000 módulos fotovoltaicos que ocuparão uma área de 10.000 metros quadrados no lado sul da barragem de Muttsee, cuja orientação e inclinação das paredes é ideal para produzir energia no inverno.</strong></p>
<p>Outra das vantagens que viabiliza este projeto é o facto de já existir a infraestrutura necessária – nomeadamente, a ligação à rede de 16 kW – e a estrutura atual da barragem servir, tal como está, para a instalação da central solar, não sendo necessário ocupar mais espaço.</p>
<h2><strong>Vídeo construção de central solar na barragem de Muttsee</strong></h2>
<p><iframe title="Pioneer project in the Swiss Alps" width="696" height="392" src="https://www.youtube.com/embed/Eu4CcNSxBg8?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<h3><strong>Sobre o Grupo Axpo</strong></h3>
<p>O <a href="https://www.axpo.com/" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Grupo suíço Axpo</a> produz, comercializa e distribui energia de forma fiável em mais de 30 países europeus, aos quais se uniram recentemente os EUA. Com uma equipa de 5.000 trabalhadores, combina a experiência de mais de 100 anos na produção de energia amiga do ambiente e a capacidade de inovação para um futuro energético sustentável.</p>
<p>Axpo é líder internacional em trading energético e no desenvolvimento de soluções personalizadas para os seus clientes e gere a maior carteira de energias renováveis da Península Ibérica. Recentemente, foi considerado melhor Trader Energético do mundo, pelo conceituado ranking da “Energy Risk”.</p>
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	</item>
		<item>
		<title>Como a energia solar fotovoltaica e eólica se podem complementar</title>
		<link>https://www.portal-energia.com/como-energia-solar-fotovoltaica-eolica-complementar/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Reis]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Apr 2020 21:29:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Documentação Energia Eólica]]></category>
		<category><![CDATA[Documentação Energia Solar]]></category>
		<category><![CDATA[Energias Renováveis]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias Energia Eólica]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias Energia Solar]]></category>
		<category><![CDATA[Energia Eólica]]></category>
		<category><![CDATA[Energia Solar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Como a energia solar fotovoltaica e a energia eólica se complementam para atender a variação diária na carga do Sistema Interligado Nacional.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h2><strong>Energia fotovoltaica e eólica se complementam para atender a variação diária na carga do Sistema Interligado Nacional</strong></h2>



<p>A maioria das fontes de geração de energia elétrica do país não apresentam variação substancial na potência ao longo do dia, exceto as gerações fotovoltaica e eólica. Nestas duas há diferença substancial entre o máximo e mínimo de geração durante o dia e entre os dias, em função da energia disponível pelo sol e vento, respectivamente.</p>



<p class="dropcapp">Para a <a href="https://www.portal-energia.com/energia-solar/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">energia solar fotovoltaica</a> essa variação é óbvia, pois há incidência de radiação solar apenas durante o fotoperíodo, aumentando entre o nascer do sol e o meio dia astronômico do local onde está instalado o equipamento, e redução até o pôr do sol.</p>



<p>Essa curva de geração pode sofrer alterações em função da latitude, do uso ou não de seguidor solar e da inclinação e alinhamento do telhado em relação à linha leste-oeste. Considerando-se os dados médios do mês de janeiro de 2020 (Figura 1), a geração fotovoltaica no Brasil inicia ao redor da 5h no horário de Brasília, atinge seu pico às 12h e se encerra às 18h, formando uma curva assintótica.</p>



<p>A geração de energia eólica, por sua vez, depende da velocidade do vento, uma vez que os equipamentos dispõem de dispositivos para se posicionar perpendicularmente à direção deste, visando o melhor aproveitamento de sua energia. Conforme dados médios do mês de janeiro de 2020 (Figura 1), a menor geração eólica no Brasil ocorre ao redor das 10h da manhã, aumentando até ao redor das 21h e reduzindo novamente até as 10h do dia subsequente.</p>



<div class="wp-block-image wp-image-20769 size-full"><figure class="aligncenter"><img src="https://www.portal-energia.com/wp-content/uploadsthumbs/grafico-eolica-solar.jpg" alt="Produção média horária de energia fotovoltaica e eólica no mês de janeiro de 2020" class="wp-image-20769"/><figcaption>Figura 1. Produção média horária de energia fotovoltaica e eólica no mês de janeiro de 2020 (Fonte: Organização Nacional do Sistema, ONS)</figcaption></figure></div>



<p>Assim, se considerarmos cada fonte individualmente, a variação no potencial de geração ao longo do dia não atende à variação de demanda de carga do Sistema Interligado Nacional (SIN). Contudo, se considerarmos a soma da energia gerada por essas duas fontes, na proporção da geração no mês de janeiro de 2020, há uma similaridade muito grande entre a variação na geração e na carga do SIN nos dias úteis desse mesmo mês (Figura 2), quando a demanda é maior.</p>



<p>Observam-se apenas pequenos desvios em relação à curva de carga, com maior produção do que a demanda no início da manhã e menor do que a demanda no final da tarde. O déficit no final da tarde poderia ser atendido com a instalação de fazendas fotovoltaicas mais a Oeste do território nacional ou utilizando-se os telhados voltados para essa direção nas instalações residenciais, o que resultaria em atraso da curva de geração em relação à atual.</p>



<p>Isso pode ser exemplificado numa unidade de geração distribuída localizada em <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Florian%C3%B3polis" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Florianópolis/SC</a> com telhado voltado para Oeste, onde o pico de produção ocorre ao redor das 14h (Figura 3), apontando para um atraso de 2h em relação ao meio-dia local. Adicionalmente, nesse local e exposição solar o período de maior geração ocorre entre 13 e 15h, coincidindo com o período de maior demanda no SIN.</p>



<div class="wp-block-image wp-image-20770 size-full"><figure class="aligncenter"><img src="https://www.portal-energia.com/wp-content/uploadsthumbs/grafico-2.jpg" alt="Soma da produção média horária de energia fotovoltaica e eólica" class="wp-image-20770"/><figcaption>Figura 2. Soma da produção média horária de energia fotovoltaica e eólica no mês de janeiro de 2020 e carga média e máxima horária do Sistema Interligado Nacional nos dias úteis do mesmo mês (Fonte: Organização Nacional do Sistema, ONS)</figcaption></figure></div>



<div class="wp-block-image wp-image-20768 size-full"><figure class="aligncenter is-resized"><img src="https://www.portal-energia.com/wp-content/uploadsthumbs/grafico.jpg" alt="Curva de geração de energia fotovoltaica em um dia de insolação plena" class="wp-image-20768" width="575" height="303"/><figcaption>Figura 3. Curva de geração de energia fotovoltaica em um dia de insolação plena (09/03/2020) em uma unidade de geração distribuída com exposição oeste, situada em Florianópolis/SC, nas coordenadas geográficas 27º35’51”S e 48º30’43”O (Fonte: o autor).</figcaption></figure></div>



<p>Os resultados apresentados demonstram que, somadas, as gerações fotovoltaica e eólica atendem à variação na demanda de energia no Sistema Interligado Nacional ao longo do dia.</p>



<p>Assim, desde que ajustada a proporção de geração por cada uma delas, estas fontes complementariam com segurança a geração pelas fontes que não apresentam variação significativa ao longo do dia, em função de sua ampla distribuição no território nacional, contemplando as variações locais e regionais de disponibilidade de radiação solar e de vento, que são as fontes de energia para esses sistemas.</p>



<p>Milton da Veiga (<a href="mailto:milton.veiga.br@gmail.com">milton.veiga.br@gmail.com</a>)</p>



<p>Florianópolis, SC</p>
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		<item>
		<title>Coronavírus: WEG firma acordo para fabricar respiradores em Jaraguá</title>
		<link>https://www.portal-energia.com/coronavirus-weg-firma-acordo-para-fabricar-respiradores-em-jaragua/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Reis]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Apr 2020 19:47:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Energias Renováveis]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias Energia Eólica]]></category>
		<category><![CDATA[Energia Eólica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>WEG uma das líderes mundiais do setor de equipamentos elétricos firma acordo com a Leistung para fabricar respiradores em Jaraguá do Sul.</p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.portal-energia.com/coronavirus-weg-firma-acordo-para-fabricar-respiradores-em-jaragua/">Coronavírus: WEG firma acordo para fabricar respiradores em Jaraguá</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.portal-energia.com">Notícias e empregos sobre Energias Renováveis</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2><strong>Coronavírus: WEG firma acordo com a Leistung para fabricar respiradores em Jaraguá do Sul</strong></h2>
<p>No Brasil, a WEG, uma das líderes mundiais do setor de equipamentos elétricos e soluções para energia, anunciou a assinatura de acordo de transferência de tecnologia com a empresa Leistung Equipamentos Ltda., fabricante de equipamentos médico-hospitalares para produzir respiradores artificiais.</p>
<p>O contrato concede à WEG licença para produzir o respirador com base técnica no aparelho de ventilação mecânica pulmonar Luft-3, da Leistung. <strong>O plano é produzir 500 unidades rapidamente e, a partir da segunda quinzena de maio, atingir a média de 50 unidades por dia, o que somará 1.500 por mês.</strong></p>
<p>Esta nova linha de produção de respiradores é resultado da articulação da força-tarefa integrada pela <a href="https://www.fiesp.com.br/" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Federação das Indústrias do Estado</a> (Fiesc – Senai/SC), Associação Catarinense de Medicina (ACM) e outras entidades para colaborar na oferta de mais insumos para o tratamento da pandemia.</p>
<p>A WEG informou que, para esta produção, vai utilizar a estrutura das suas fábricas de Jaraguá do Sul, cidade que também é sede da unidade da Leistung. Adiantou ainda que é possível a necessidade de fazer ajustes ao projeto para agilizar a produção.</p>
<p>O plano é viabilizar de imediato a compra de todos os componentes necessários para produzir 500 respiradores. Sendo instalada a linha de produção pela WEG, a companhia terá capacidade estimada de fabricar 50 respiradores por dia e fazer entregas na segunda quinzena de maio.</p>
<p>Segundo a empresa, a implantação da linha seguirá todos os protocolos sanitários de higienização e demais medidas exigidas pelas instituições reguladoras do setor de saúde.</p>
<p>Dependemos agora da obtenção dos componentes eletrônicos e pneumáticos, muitos deles importados e que sofrem escassez no mercado neste momento – explica Manfred Peter Johann, dretor superintendente da WEG Automação.</p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.portal-energia.com/coronavirus-weg-firma-acordo-para-fabricar-respiradores-em-jaragua/">Coronavírus: WEG firma acordo para fabricar respiradores em Jaraguá</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.portal-energia.com">Notícias e empregos sobre Energias Renováveis</a>.</p>
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	</item>
		<item>
		<title>Hidrogénio em alta pressão pode permitir revolução nos carros elétricos</title>
		<link>https://www.portal-energia.com/hidrogenio-alta-pressao-revolucao-carros-eletricos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Reis]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 15 Mar 2020 20:43:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Células de Combustivel]]></category>
		<category><![CDATA[Energias Renováveis]]></category>
		<category><![CDATA[Veiculos Eléctricos]]></category>
		<category><![CDATA[Carros elétricos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A revolução nos carros elétricos com célula de combustível pode passar por armazenar o hidrogénio em alta pressão em microesferas de vidro.</p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.portal-energia.com/hidrogenio-alta-pressao-revolucao-carros-eletricos/">Hidrogénio em alta pressão pode permitir revolução nos carros elétricos</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.portal-energia.com">Notícias e empregos sobre Energias Renováveis</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3><strong>A revolução nos carros elétricos com célula de combustível pode estar próxima e a solução passa por armazenar o hidrogénio em alta pressão em microesferas de vidro.</strong></h3>
<p>De modo a poder ser competitivo, o hidrogénio tem que ser produzido, distribuído e vendido a um custo comparável ao dos combustíveis já existentes, bem como oferecer segurança e vantagens perante os combustíveis fósseis.</p>
<p>Mas enfrenta um grande problema, é que para o armazenamento requer depósitos de maior volume para armazenar a mesma quantidade de energia que os combustíveis fósseis! Mas o Instituto de Materiais Não Metálicos da <a href="https://www.tu-clausthal.de/" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Universidade Tecnológica de Clausthal</a> em conjunto com o Instituto Federal de Investigação e Ensaios de Materiais de Berlim terão encontrado a solução para esse problema.</p>
<h2><strong>Armazenar hidrogénio a alta pressão poderá ser a solução</strong></h2>
<p>O <a href="https://doi.org/10.3389/fmats.2019.00342" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">estudo partilhado</a> indica que se pode armazenar o hidrogénio no estado gasoso a alta pressão em microcontentores vítreos em forma de esfera. Estas microesferas de vidro são assim uma alternativa segura e de grande capacidade volumétrica para os sistemas móveis de armazenamento de hidrogénio!</p>
<p>Para armazenar o hidrogénio comprimido requer uma permeação muito baixa através da parede da microesfera, o que levou à descoberta que se podem desenvolver vidros de permeabilidade mínima ao hidrogénio. Mas para isso, ainda se tem que entender melhor a dependência da permeabilidade do hidrogénio da estrutura do vidro.</p>
<p>Minimizar o volume livre acessível é uma boa estratégia para minimizar a permeabilidade ao hidrogénio. Recorrendo a estudos antigos, chegou-se à conclusão que a permeação se controla de modo independente, através da porosidade iónica e ao conteúdo do modificador de rede.</p>
<p>Por outro lado, a porosidade iónica em redes modificadas e totalmente polimerizadas pode diminuir igualmente a permeabilidade ao hidrogénio entre os vidros em estudo. Aplicando este conceito, pode-se alcançar uma queda até 30000 com respeito à permeação das moléculas de hidrogénio através do vidro de silício.</p>
<p>Os autores do estudo confirmam ainda que o hidrogénio comprimido em forma de tanques dispositivos portáveis com este novo material é assim uma solução rentável e sustentável a curto prazo para armazenamento devido ao sue baixo impacto na infraestrutura e à pequena pegada de carbono envolvida durante a produção efetiva de hidrogénio no seu estado gasoso por eletrolise da água ou divisão da água.</p>
<h2><strong>Solução não é assim tão simples!</strong></h2>
<p>Mesmo com uma densidade de energia gravimétrica do gás de hidrogénio ser 3 vezes maior que a dos hidrocarbonetos líquidos como o combustível liquido, este ainda te uma baixa capacidade de armazenamento volumétrico. E mesmo sendo atrativo o armazenamento do gás de hidrogénio a alta pressão, há ainda problemas na seleção de materiais para o encapsulamento que sejam seguros e limpos!</p>
<p>Por outras palavras, dispor de um sistema adequado para armazenar o hidrogénio tem sido um dos maiores obstáculos para o suo a grande escalar, sobre todo aquando do seu transporte! Problemas que se devem às suas caraterísticas físicas e químicas, uma grande densidade energética por unidade de massa e apresentar uma baixa densidade de energia volumétrica, tanto em estado liquido, como gasoso!</p>
<p>Assim, perante tais dificuldades, os investigadores testaram vários materiais de armazenamento para hidrogénio para comprovar que todos eles têm fragilidades e têm um limite de elasticidade inicial. Também foram testados polímeros, mas com resultados fracos.</p>
<p>A melhor solução foi mesmo os vidros oxídricos. São assim os grandes candidatos para o armazenamento rentável, seguro e a longo prazo de hidrogénio.  Mas o uso destas matrizes capilares de vidro tem vindo a ser estudadas há alguns anos, não só elo seu processo de fabricação já estar implementado na industria, mas também por ser uma opção de revestida por um polímero polimerizado estruturado (em favo de mel) combinado com uma capacidade de reposição rápida.</p>
<p>O armazenamento de hidrogénio comprimido em microcontentores de vidro necessita de uma baixa penetração através da parede do contentor e um desenvolvimento bem-sucedido de composições de vidro, para as quais o produto de solubilidade de hidrogénio e coeficiente de difusão é mínimo!</p>
<p>Além da baixa permeabilidade, deve-se ainda ter em conta um forte rendimento do vidro durante a conformação a quente, que se expressa principalmente na foram de uma pequena tendência à cristalização, bem como durante o serviço, onde a robustez do processo químico é importante!</p>
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		<title>Substituir combustíveis fósseis por hidrogénio qual a estratégia da Alemanha?</title>
		<link>https://www.portal-energia.com/substituir-combustiveis-fosseis-hidrogenio-estrategia-alemanha/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Reis]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Mar 2020 21:26:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Energias Renováveis]]></category>
		<category><![CDATA[Hidrogénio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Alemanha define estratégia para o desenvolvimento da economia tendo por base o hidrogénio em detrimento dos combustíveis fósseis.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h3><strong>Alemanha prepara estratégia para substituir combustíveis fósseis por hidrogénio</strong></h3>
<p>Alemães são assim os primeiros a estabelecer uma estratégia para o desenvolvimento da economia tendo por base o hidrogénio em detrimento dos combustíveis fósseis. Objetivo passa por gerar crescimento ecológico e evitar serem apanhados desprevenidos por pequenos cartéis de fornecedores.</p>
<p>Muito discretamente, têm sido fechados acordos com algumas nações que podem produzir hidrogénio, como a Nigéria. Isto para que num futuro próximo a Alemanha consiga reduzir a contaminação produzida pelo petróleo e gás natural, bem como minimizar a sua dependência de países produtores de combustíveis.</p>
<h2><strong>Acordo de Paris</strong></h2>
<p>Com esta estratégia, Angela Merkel, quer também cumprir os objetivos do <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Acordo_de_Paris_(2015)" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Acordo de Paris</a>, o qual passa necessariamente pelo hidrogénio. É que este combustível além de proporcionar energia à indústria pesada, pode também ajudar no armazenamento do excesso de eletricidade gerada pelas energias renováveis quando há mais sol e vento.</p>
<p>Cresce assim a preocupação de entre os ministros alemães de que ao importarem mais hidrogénio, vão depender mais de lugares com maior capacidade de produção deste gás, como Rússia e os países da OPEP (que são já os grandes responsáveis pela energia usada no país).</p>
<p>Segundo Wolf Dieter Lukas (Secretário de Estados dos Ministérios da Educação e Investigação) a chave da economia global está na “<em>concorrência sem restrições</em>” esperando que não se formem cartéis como os existentes nos combustíveis fósseis!</p>
<p>São já 4 os ministérios alemães a trabalhar em torno da estratégia para substituir os combustíveis fósseis por um elemento mais amigo do ambiente. O programa será anunciado no fim do mês de março pelo Ministro da Economia.</p>
<p>Mas já há objetivos estabelecidos, como no ano passado, quando o Ministro da Economia estabeleceu como principal objetivo converter a Alemanha no principal país movido a hidrogénio.</p>
<p>É que o hidrogénio é o elemento mais abundante do mundo e assim uma solução climática atrativa pois só cria vapor de água quando é queimado, podendo ser submetido a temperaturas superiores a 1000 graus Celcius (muito usadas pelas indústrias – desde o cimento, siderurgia ou mesmo refinarias).</p>
<p><figure id="attachment_20677" aria-describedby="caption-attachment-20677" style="width: 696px" class="wp-caption alignnone"><img class="wp-image-20677 size-full" title="Alemanha e a dependência fóssil" src="https://www.portal-energia.com/wp-content/uploadsthumbs/grafico-dependencia-fossil.jpg" alt="Alemanha e a dependência fóssil" width="696" height="355" /><figcaption id="caption-attachment-20677" class="wp-caption-text">Alemanha e a dependência fóssil</figcaption></figure></p>
<p><strong>Leitura recomendada:</strong> <a href="https://www.portal-energia.com/vantagens-desvantagens-hidrogenio-147348/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Vantagens e desvantagens do hidrogénio</a></p>
<h2><strong>Futuro passa mesmo pelo hidrogénio?</strong></h2>
<p>Segundo Fabian Huneke, da <a href="https://www.energybrainpool.com/" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Energy Brainpool</a>, “<em>O hidrogénio não é a solução perfeita, mas parece ser a melhor opção até agora, principalmente para que a industria inicie o processo de descarbonização. A realidade é que não haverá sistema de energia capaz de funcionar com mais de 70% de energias renováveis na mistura energética sem o hidrogénio</em>”.</p>
<p>A estratégia do Governo de Angela Merkel é para a próxima década e com vista ao futuro. Esta estratégia alemã tem por base lições apreendidas durante décadas de importação de petróleo e gás, onde o preço e a oferta estão distorcidos por um cartel.</p>
<p>Um terço do consumo de energia primária da Alemanha provém do petróleo, e o gás, que é um combustível em crescimento provém maioritariamente da Rússia.</p>
<p><figure id="attachment_20678" aria-describedby="caption-attachment-20678" style="width: 696px" class="wp-caption alignnone"><img class="wp-image-20678 size-full" title="O futuro será mesmo o Hidrogénio?" src="https://www.portal-energia.com/wp-content/uploadsthumbs/grafico-futuro-hidrogenio.jpg" alt="O futuro será mesmo o Hidrogénio?" width="696" height="355" /><figcaption id="caption-attachment-20678" class="wp-caption-text">O futuro será mesmo o Hidrogénio?</figcaption></figure></p>
<p>A estratégia do hidrogénio contém várias formas de aumentar a sua oferta e quais as indústrias que serão grandes consumidores. Um primeiro esboço da estratégia inicial mostra que os alemães estão dispostos a subsidiar a tecnologia inicial para estimular a capacidade de produção nas próximas décadas, mas só até certo ponto!</p>
<p>Quanto aos custos de importação, a Alemanha, pretende que sejam baixos, e para isso quer ter vários países fornecedores. Tanto que no mês passado, fechou um acordo com a Nigéria para investigarem conjuntamente as cadeiras de fornecimento de hidrogénio em 15 nações da África Ocidental.</p>
<h2><strong>Preocupações relacionadas com a produção de hidrogénio</strong></h2>
<p><strong>Esse acordo e outros que espera fechar, irão dar resposta a duas das grandes preocupações sobre o hidrogénio:</strong></p>
<ul>
<li>Como produzir o gás sem aumentar as emissões de dióxido carbono</li>
<li>Onde obter as quantidades necessárias</li>
</ul>
<p>Neste momento, mais de dois terços das 70 milhões de toneladas de hidrogénio produzidas anualmente provêm do gás natural; só que esse processo liberta cerca de 830 milhões de toneladas de dióxido de carbono para a atmosfera por ano, um número superior às emissões de dióxido carbono totais da Grã-Bretanha e Indonésia.</p>
<p>E nesse aspeto as nações africanas podem ser uma fonte abundante de hidrogénio, pois podem ali ser construídos parques eólicos e solares em grande número, que por sua vez iriam alimentar eletrolisadores para separar os átomos de hidrogénio da água.</p>
<p>Os alemães tentam assim firmar novos acordos de produção de hidrogénio com países parceiros exteriores que possam cumprir com certas condições essenciais. Sendo que algumas dessas condições são a estabilidade politica, clima ensolarado e proximidade com o mar que permita dessalinizar a água para a eletrólise.</p>
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		<item>
		<title>Airbus apresenta avião inovador e amigo do ambiente &#8211; Maveric</title>
		<link>https://www.portal-energia.com/airbus-apresenta-aviao-inovador-e-amigo-do-ambiente-maveric/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Reis]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 29 Feb 2020 15:12:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Energias Renováveis]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Maveric, o avião futurista da Airbus é mais amigo do ambiente e permite reduzir o consumo de combustível em até 20% em comparação com outros aviões.</p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.portal-energia.com/airbus-apresenta-aviao-inovador-e-amigo-do-ambiente-maveric/">Airbus apresenta avião inovador e amigo do ambiente &#8211; Maveric</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.portal-energia.com">Notícias e empregos sobre Energias Renováveis</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Apesar da ameaça de cancelamento do Singapore Air Show 2020 pelo coronavírus, o evento abriu as suas portas embora com menos expositores do que o planeado inicialmente.</p>
<p>Uma das empresas que não deixou de estar presente foi a Airbus, que além das suas fábricas e centros de montagem europeus, nos últimos anos têm aberto outras na China e nos Estados Unidos, à frente de seu rival Boeing, que continua a concentrar a maior parte da sua produção nas fábricas dos EUA.</p>
<p>Uma das razões pelas quais a empresa europeia Airbus que fabrica e vende aviões queria estar presente em Singapura foi para apresentar no <strong>Singapore Air Show 2020 pela primeira vez em público o protótipo do Maveric que será um avião com um design futurista nunca antes visto, talvez apenas em filmes, por ser muito diferente  do design tradicional dos aviões de passageiros aos quais estamos acostumados.</strong></p>
<h2><strong>Maveric, o avião futurista da Airbus</strong></h2>
<p>O Maveric é mais amigo do ambiente pois permite reduzir o consumo de combustível em até 20% em comparação com os aviões atuais,  além de ser menos ruidoso e de  oferecer uma experiência de voo inovadora e espetacular e pode muito bem ser o futuro da aviação comercial.</p>
<p>O protótipo têm dois metros de comprimento e mais de três metros de largura e foi desenvolvido por uma start-up contratada pelo fabricante de aeronaves de Toulouse.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: left;"><strong>O pequeno protótipo apresentado em Singapura já foi testado em junho de 2019, em França, mas os testes de voo devem continuar em 2020.</strong></p>
</blockquote>
<p>A aeronave tem uma estrutura de asa triangular que se assemelha à forma de uma raia, um design completamente diferente ao implementado para a fuselagem de aviões de passageiros conhecida até agora e que  incorpora os motores na parte superior do avião.</p>
<p><figure id="attachment_20649" aria-describedby="caption-attachment-20649" style="width: 696px" class="wp-caption alignnone"><img class="wp-image-20649 size-full" title="Avião Airbus Maveric" src="https://www.portal-energia.com/wp-content/uploadsthumbs/airbus-maverick-2.jpg" alt="Avião Airbus Maveric" width="696" height="355" /><figcaption id="caption-attachment-20649" class="wp-caption-text">Avião Airbus Maveric</figcaption></figure></p>
<p>Atualmente, já estão a trabalhar na construção de um primeiro modelo em tamanho real, embora não haja uma data oficial para o seu lançamento, os testes realizados até ao momento, podem ser úteis para introduzir mudanças na arquitetura das aeronaves comerciais, para garantir um futuro sustentável para o setor de aviação, afirmou Jean-Brice Dumont, vice-presidente executivo da <a href="https://www.airbus.com/aircraft/how-is-an-aircraft-built/design-offices-and-engineering-centres.html" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Engineering Airbus</a>.</p>
<p>O Maveric (modelo de aeronave para validação e experimentação de controlos inovadores robustos) é mais semelhante a uma asa delta, um modelo de aeronave baseado numa única asa e no formato de um triângulo de isósceles. O Maveric pode ser confundido com o ex-bombardeiro da força aérea dos EUA, o Northtrop B-2 Spirit.</p>
<p>A sua fuselagem não tem nada a ver com a de um avião convencional  e os seus reatores não estão presos aos ailerons, mas instalados na parte traseira.</p>
<p>A cabine do piloto e o compartimento dos passageiros estão todos dentro de uma ala gigantesca, permitindo que os passageiros beneficiem de espaço adicional para as pernas e corredores maiores para maior conforto pessoal.  O modelo foi projetado para acomodar 200 pessoas, a capacidade atual de um Airbus A320. A idéia do Maveric é obviamente a sua aerodinâmica, pois com o seu formato a força que ele teria que enfrentar para levantar vôo seria muito baixa. Como resultado, a Airbus estima que o Maveric vai consumir 20% menos combustível do que um avião tradicional.</p>
<p>A Boeing em parceria com a NASA,  também construiu o X-48 que era uma aeronave com um design semelhante e até foram realizadas missões de teste entre agosto de 2012 e abril de 2013, contudo o projeto terminou em 2013.</p>
<p>Também a companhia aérea holandesa KLM anunciou que têm uma parceria com a Universidade de Tecnologia de Delft para desenvolver o avião &#8220;Flying-V&#8221; com capacidade para 300 passageiros e também permite reduzir em 20% o consumo de combustível e contribuir para uma indústria de aviação com um futuro ecologicamente mais sustentável.</p>
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		<item>
		<title>Tudo o que deve saber sobre a Aneel e a conta de luz!</title>
		<link>https://www.portal-energia.com/tudo-que-deve-saber-sobre-aneel-conta-luz/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Reis]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 01 Feb 2020 21:36:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Energias Renováveis]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Como funciona a fatura da conta da luz pela ANEEL e quais os impactos das energias renováveis nos preços da eletricidade?</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A <a href="https://www.portal-energia.com/aneel-impedir-eletricidade-paineis-solares-148155/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Aneel tem afirmado que conta de luz</a> pode ficar mais cara por causa dos incentivos ao uso de energias renováveis. Essas noticias tem sido divulgadas diariamente por parte da Agência nacional de energia elétrica ANEEL, e tem como base na Conta de Desenvolvimento Energético mais conhecido como ( CDE ) feitas para o ano de 2020.</p>
<p>Calcula-se que o aumento da conta de luz será de no mínimo 2% apenas em 2020, e segundo a própria ANEEL a grande causa deste significativo aumento se dá porque o incentivo ao uso de energias renováveis tem crescido muito nos últimos anos.</p>
<p>Vale lembrar que a cada dia que passa a energia renovável vem ganhando mais espaço nas vidas dos cidadãos brasileiros. E não é atoa que as energias vem crescendo, elas apresentam muitos benefícios e vantagens, principalmente na qualidade e também nos valores a serem pagos nas faturas mensais.</p>
<h2><strong>Como funciona a fatura da conta da luz pela ANEEL?</strong></h2>
<p>A <a href="https://www.aneel.gov.br/" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Aneel &#8211; Agência Nacional de Energia Elétrica</a> é responsável pela distribuição, regularização, comercialização e toda a parte organizacional da energia elétrica vinculada ao governo federal.  Sua fatura é cobrada mensalmente de acordo com o que o usuário usou sua energia distribuída naquele mês. São três os custos cobrados pela ANEEL:</p>
<ul>
<li>A Aneel cobra a geração de energia.</li>
<li>O transporte de energia como a distribuição e a transmissão, são cobrados pela Aneel.</li>
<li>A Aneel também cobra os encargos e tributos setoriais.</li>
</ul>
<p>Além disso, as tarifas cobradas pelo Governo Federal, as tarifas do Governo Estadual e as tarifas dos governos municipais também são cobradas através dos impostos mais conhecidos como:</p>
<ul>
<li>PIS- Programa de Integração Social e de Patrimônio do Servidor Público.</li>
<li>COFINS- Contribuição para Financiamento da Seguridade Social.</li>
<li>ICMS- Imposto Sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços.</li>
</ul>
<p>Além disso, também é cobrada na fatura de Luz da Aneel uma taxa referente a contribuição para a iluminação pública.</p>
<h2><strong>Como funciona a fatura da conta de luz com as energias renováveis?</strong></h2>
<p><img class="alignnone wp-image-20403 size-full" title="Jair Bolsonaro contra taxação da energia solar da Aneel" src="https://www.portal-energia.com/wp-content/uploadsthumbs/bolsonaro-taxacao-energia-solar-aneel.jpg" alt="Jair Bolsonaro contra taxação da energia solar da Aneel" width="696" height="355" /></p>
<p><strong>Recomendamos a leitura:</strong> <a href="https://www.portal-energia.com/bolsonaro-afirma-ser-contra-taxacao-aneel-energia-solar-148235/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Brasil: Bolsonaro afirma ser contra taxação da Aneel sobre energia solar</a></p>
<p>Para entendermos como funciona a cobrança da fatura de luz com a energia renovável é simples, basta fazer uma comparação entre uma fatura vinculadas a Aneel, e uma fatura não vinculada a Aneel. Em outras palavras, uma fatura sem energia renovável e uma fatura com energia renovável.</p>
<p>Rapidamente, você verá a diferença que pode a quase 150% em valor de dinheiro. Com a fatura de energia renovável, você consegue ver a diferença não só no valor, mas também no consumo total faturado, que fica localizado acima da informação do valor em dinheiro que você vai pagar.</p>
<p>Com certeza a diferença é considerável. Nesse caso, você pode se programar para ter energia solar renovável em sua casa. Os benefícios dessa opção não passam apenas no valor em dinheiro, mas também em você ajudar o meio ambiente, pois a energia renovável, acima de tudo é alto sustentável.</p>
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	</item>
		<item>
		<title>BYD apresenta a nova geração de baterias de lítio &#8211; Battery Box Premium</title>
		<link>https://www.portal-energia.com/byd-apresenta-nova-geracao-baterias-litio-battery-box-premium/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Fernando Jesus]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Jan 2020 21:32:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Energias Renováveis]]></category>
		<category><![CDATA[Baterias]]></category>
		<category><![CDATA[Energia Solar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As baterias Battery Box Premium pertencem a uma nova geração de baterias solares de lítio são produzidas pela BYD e distribuídas pela Techno Sun.</p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.portal-energia.com/byd-apresenta-nova-geracao-baterias-litio-battery-box-premium/">BYD apresenta a nova geração de baterias de lítio &#8211; Battery Box Premium</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.portal-energia.com">Notícias e empregos sobre Energias Renováveis</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2><strong>BYD dá a conhecer nova geração de baterias de lítio para 2020</strong></h2>
<p>2020 traz uma nova geração de baterias solares de lítio, produzidas pela BYD e distribuídas pela <a href="https://www.technosun.com/es/baterias-de-litio/byd/" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Techno Sun</a>. Foram denominadas de <strong>Battery Box Premium</strong>, e segundo a BYD podem aumentar até 10 vezes a sua capacidade de fabricação com uma estrutura de custos competitiva, abrangendo várias capacidades para todo o tipo de tamanhos de sistemas de armazenamento.</p>
<p>A nova linha de produção já está em funcionamento e conta com a certificação correspondente ISSO TS e será reforçada no primeiro trimestre de 2020 com o lançamento de uma nova geração de sistemas. Durante a primeira fase, a capacidade de produção triplicará a capacidade atual e, posteriormente, poderá ampliar a capacidade de produção até dez vezes, aumento que será determinado pela procura no mercado!</p>
<p>Este aumento irá melhorar o controlo de desenvolvimento e fabricação dos produtos devido a uma maior integração vertical. Mais, a produção a grande escala permitirá prazos de ejeção na rede mais rápidos, mesmo em horas de ponta e uma competitividade melhor em termos de custos.</p>
<p>A Techno Sun explica o objetivo: <strong>“<em>as novas baterias B BOX Premium foram concebidas tendo em conta as opiniões e experiências dos profissionais, com o objetivo de criar uma experiência de instalação mais simples para o instalador, tanto para em sistemas de autoconsumo, como ligados à rede</em>”.</strong></p>
<p>As baterias continuam a ter a tecnologia de lítio ferrofosfato (LFP) e o seu sistema de ligações modulares patenteado. São compatíveis com os inversores de bateria monofásicos e trifásicos autorizados pela empresa, e vem aumentar a sua gama de configurações em alta voltagem e baixa voltagem.</p>
<p>A BYD pretende ainda com esta série Premium dar resposta a sistemas de todos os tamanhos. O armazenamento de alta voltagem conta com dois sistemas com a novidade destacada de permitir a ligação paralela direta até três sistemas HVS ou HVM idênticos.</p>
<p>As Battery Box Premium HVS contêm de dois a cinco módulos de bateria ligados entre si para atingir capacidades entre 5.1 kWh e 12.8 kWh, e em paralelo direto podem atingir uma capacidade máxima de 38.4 kWh.</p>
<p>As Battery Box Premium HVM contêm entre três a oito módulos de bateria HVM de 2.66 kWh ligados em série para atingir capacidades entre 8.3 kWh a 22.1 kWh e podem atingir os 66.2 kWh quando ligadas em paralelo direto.</p>
<h2><strong>Mais sistemas em desenvolvimento</strong></h2>
<p>Além disso, estão ainda a ser desenvolvidos novos dispositivos de armazenamento de baixa voltagem (e alguns já em comercialização) com os Battery Box Premium LVS e LVL.</p>
<p>Sendo que os sistemas LVS foram pensados para a otimização do autoconsumo em habitações residenciais ligadas à rede e isoladas da rede, escaláveis de 3.8 a 245 kWh, garantindo uma maior flexibilidade ao permitir a ligação até 64 módulos em paralelo.</p>
<p>Quando aos sistemas LVL são escaláveis de 15.4 a 983 kWh, garantindo uma reserva de alta potência e funções para quando não está ligada à rede, podem ser aplicados tanto a usos residenciais como comerciais.</p>
<h2><strong>Novas baterias de lítio com distribuição já em 2020</strong></h2>
<p>A Techno Sun é o distribuidor oficial destas novas baterias de lítio, e irá facilitar a todos os profissionais esta nova geração de baterias de lítio para autoconsumo e isoladas BYD Battery Box Premium, com os vários modelos a serem disponibilizados progressivamente durante o primeiro quadrimestre de 2020, sendo que desde já pode efetuar a compra ou reserva do sistema.</p>
<p>A BYD Company Ltd é uma multinacional do setor tecnológico sediada em Shenzhen, China. Criada em 1995, a BYD tem uma vasta experiência em baterias recarregáveis, tendo-se estabelecido num defensor implacável do desenvolvimento sustentável!</p>
<p>A empresa implementou as suas soluções em energias renováveis por todo o globo, estando presente em mais de 50 países e regiões.</p>
<p>Foram mais de 23 anos de crescimento, em que estabeleceu um ecossistema energético de Zero Emissões que compreende a energia solar acessível, armazenamento energético seguro, mobilidade elétrica inovadora e transporte elétrico de última geração, que deixaram a BYD no líder industrial do setor energético e transportes, está ainda cotada na bolsa de valores de Hong Kong e Shenzhen.</p>
<p>Quanto à Techno Sun, conta com mais de 40 anos de experiência como distribuidor especializado em <a href="https://www.portal-energia.com/energia-solar/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">energia solar fotovoltaica</a>, ajudando desde 1976 todos os profissionais, instaladores e distribuidores no setor da energia solar com produtos dos melhores fabricantes do mercado, com grandes valores de inovação, qualidade de serviço e o conhecimento especializado da sua equipa de profissionais.</p>
<p>As suas instalações têm mais de 6000 metros quadrados, com mais de 5 MW de stock permanente em <a href="https://www.portal-energia.com/guia-pratico-comprar-paineis-solares-fotovoltaicos/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">painéis solares e linhas de produtos</a> especializados em armazenamento em lítio e conversão de energia para instalações de autoconsumo, ligadas à rede, isoladas da rede e bomba solares.</p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.portal-energia.com/byd-apresenta-nova-geracao-baterias-litio-battery-box-premium/">BYD apresenta a nova geração de baterias de lítio &#8211; Battery Box Premium</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.portal-energia.com">Notícias e empregos sobre Energias Renováveis</a>.</p>
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		<title>Energia a carvão nos EUA caiu 18% em 2019 para níveis de 1975</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Reis]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Jan 2020 21:19:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Energias Renováveis]]></category>
		<category><![CDATA[Combustiveis Fosseis]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O uso das centrais a carvão para produzir energia nos EUA caiu para níveis recorde durante o ano 2019. O uso do carvão é cada vez menor. SAIBA TUDO AQUI!</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h3><strong>O uso das centrais a carvão para produzir energia nos EUA caiu para níveis recorde durante o ano 2019.</strong></h3>
<p>Uma quebra que foi responsável pela diminuição em 2,1% na emissão de gases de efeito de estufa para a atmosfera durante 2019. Estes valores são apresentados no estudo preliminar do <a href="https://rhg.com/">Grupo Rhodium</a>, um grupo de investigação independente.</p>
<p>Hannah Pitt, investigador da Rhodium diz que 2019 foi um ano atípico para o carvão, sendo que é cada vez menos usado pelos países, e isso está a ajudar a reduzir as emissões de carbono para a atmosfera.</p>
<p>A geração de energia a partir do carvão diminuiu cerca de 18% durante o ano 2019, segundo concluiu a investigação da Rhodium, se bem que ainda são apenas dados preliminares. Valores que ainda assim colocam o uso das centrais a carvão em níveis tão baixos quanto os de 1975!</p>
<p>O encerramento de centrais a carvão teve um impacto considerável nos níveis de emissão de gases de efeito de estufa para a atmosfera. <strong>As conclusões preliminares da Rhodium indicam que as emissões do setor elétrico dos EUA caíram cerca de 10%, contrariando assim o aumento de 1,2% das emissões do setor no ano 2018!</strong></p>
<p>No estudo é ainda estimado que todas as emissões da economia americana sejam cerca de 12,3% mais baixas que em 2005.</p>
<p>E para que os EUA consigam atingir os valores definidos na convenção de Paris, terão que reduzir as emissões de carbono entre 2.8% a 3,2% por ano, durante os próximos 6 anos! Valores que segundo Pitt são possíveis de alcançar, mas só com uma política federal mais sólida e empenhada em os alcançar!</p>
<p>Ainda no setor elétrico há lideres que estão a impulsionar opções com baixas emissões de carbono para a atmosfera, sendo que essas tendências do mercado são o gás natural barato e a queda dos <a href="https://www.portal-energia.com/fontes-de-energia/">custos das energias renováveis</a>.</p>
<p>E claro, não esquecer as políticas de incentivo fiscal para o uso e aquisição das energias limpas, e as normas de energia limpa a nível estatal.</p>
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