Dicas para poupar dinheiro no consumo de Eletricidade e Gás

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O acordo com a Troika implicou um dos maiores aumentos na factura da electricidade e no gás natural com o incremento do IVA para 23% nestes dois tipos de energia.

O objectivo agora pela parte dos consumidores é diminuir o consumo de electricidade e gás natural optimizando as suas formas de utilização e aproveitamento, para assim não se sentir um elevado aumento na factura energética no final de cada mês.

Apresentamos 20 dicas úteis para manter as suas facturas de electricidade e gás estáveis, traçando planos de poupança que pode incutir a toda a sua família.

20 DICAS POUPANÇA ELETRICIDADE E GÁS

1. Troque as lâmpadas incandescentes

Substitua as lâmpadas incandescentes e as de halogéneo. Com uma utilização média de cinco horas diárias, recupera o investimento em menos de seis meses, segundo os dados da TerraSystemics, consultora perita em Energia e Gestão de Carbono. De acordo com a Quercus, a troca por lâmpadas economizadoras permite que uma família poupe 2,1% no consumo de electricidade, ou seja, 84 quilowatts por hora (kWh) e 11 euros por ano.

A eficácia das lâmpadas fluorescentes tubulares é muito maior do que as incandescentes, pois produzem menos calor e a electricidade destina-se mais à obtenção de luz. São mais caras, mas consomem até menos 80%. As lâmpadas de baixo consumo são pequenos tubos fluorescentes adaptados a vários tamanhos, formas e suportes das mais comuns e a sua poupança permite amortizar o investimento antes de terminar o tempo de vida útil (entre 8 mil e 10 mil horas).

Não são recomendáveis para sítios onde se acenda e apague muitas vezes a luz, porque este comportamento reduz significativamente a sua vida útil.

Saiba como Poupar Energia e Dinheiro em Iluminação

2. Acabou-se o “Standby”

O termo “standby” é empregue quando os aparelhos consomem energia sem que estejam a desempenhar a sua função. É fundamental desligar completamente televisões, computadores, DVD, carregadores de telemóveis, ou qualquer outro aparelho. A Agência Internacional de Energia, estima que o “standby” seja responsável por 5% da electricidade consumida numa habitação.

A Quercus simulou duas situações. A primeira é constituída por uma família que não faz nada para anular os consumos do “standby”: nunca desliga verdadeiramente a televisão, o DVD a aparelhagem, o computador, a impressora e o carregador de telemóvel. Ao fazê-lo, poupa 287,2 kWh e ano, ou seja 38,75 euros anuais. O segundo agregado já tem alguma sensibilidade ambiental para o consumo de energia e desliga, na ficha múltipla com corte de corrente, o DVD e a aparelhagem.

A televisão, o computador e a Power Box ficam em “standby”. Desligando-os, poupa 193 kWh por ano, menos 4,8% na factura de electricidade, ou seja, menos 26 euros por ano.

3. Divida o consumo pelo tempo

Com a tarifa bi-horária, paga quase metade do preço normal se utilizar os electrodomésticos nas horas do vazio, regra geral, entre as 22 e as 8 horas. Coloque as máquinas de lavar a trabalhar nesse período, bem como o ferro de engomar. Segundo os peritos da Quercus, uma família que tenha uma conta de electricidade de 540 euros por ano (45 euros por mês) e de gás natural de 300 euros anuais (25 euros por mês), consome em média 4 mil kW por ano.

Com a tarifa bi-horária, transfere parte dos consumos para a noite e fim-de-semana, sendo que o aquecimento e o arrefecimento à noite também entram na tarifa mais baixa. Consumir 40% da energia da sua casa na tarifa mais económica permite-lhe poupar 67 euros por ano.

4. Electrodomésticos classe A

Opte por electrodomésticos de classe energética A, A+ ou A++. Uma máquina de lavar roupa antiga a funcionar pode ser um rombo na carteira. Segundo a Quercus, se a trocar por uma nova, da classe A ou superior, pode poupar 420 kWh, isto é, 56,70 euros por ano. Com o frigorífico ou arca congeladora, é igual. Trocando o seu modelo antigo por um energeticamente mais eficiente (A+ e A++), além de poupar nos kWh por ano, também poupa nos custos: 47,2 euros.

Algumas famílias compram um frigorífico novo, mas não se desfazem do antigo, que fica ligado num anexo ou garagem da casa. Com este acto, “deita fora” 50 euros por ano. Cerca de 32% da electricidade consumida nas habitações portuguesas destina-se à refrigeração e congelação dos alimentos, segundo o Guia da Eficiência Energética da Adene. Um frigorífico classe A++ consome 2.956 kWh em 15 anos, o que equivale a 325 euros. Se tiver um da classe C, consome 8.130 kWh, ou seja, 705 euros.

Um electrodoméstico da G traduz-se num consumo de 12.319 kWh, ou seja, 1.355 euros. Optando pelo primeiro equipamento, poupa 569 euros em relação ao segundo e 1.030 euros em relação ao terceiro. As causas para a perda de frio devem-se ao mau isolamento (68%), aos alimentos (13%), à junta da porta (8%), às aberturas (7%) e a outros aspectos (4%).

5. Economize o seu frigorífico

Coloque o frigorífico num local fresco e ventilado, afastado de possíveis fontes de calor, radiação solar ou do forno. Limpe a parte traseira, pelo menos, uma vez por ano e descongele antes que a camada de gelo atinja os 3 milímetros de espessura. Com esta atitude, pode poupar até 30% no consumo. Deixe arrefecer os alimentos antes de os colocar no frigorífico.

Ajuste o termóstato para manter a temperatura de 5ºC no compartimento do frigorífico e -18ºc no congelador. Segundo os especialistas da Quercus, se abrir e fechar a porta muitas vezes, aumenta o consumo energético em 20%.

6. Loiça suja até encher a máquina

Cerca de 90% do consumo das máquinas de lavar loiça serve para aquecer a água, segundo o Guia da Eficiência Energética. Um electrodoméstico de classe A consome 2.544 kWh em 10 anos, o que corresponde a 280 euros. Outro da classe C consome 3.240 kWh nesse período e aumenta os gastos para 356 euros numa década.

A pior classe energética dispara para 4.920 kWh e 541 euros. Optar pela melhor etiqueta energética permite-lhe poupar entre 76 e 261 euros. A capacidade da máquina deverá ser coerente com as suas necessidades. Procure utilizá-la quando estiver completamente cheia, mas se tiver apenas meia carga, utilize programas curtos ou económicos.

Limpe frequentemente o filtro, porque uma boa manutenção melhora o comportamento energético. Mantenha os depósitos de abrilhantador e sal sempre cheios, pois reduzem o consumo de energia na lavagem e secagem

7. Sonda de água para lavar roupa

A maior parte da energia consumida pelas máquinas de lavar roupa (entre 80% e 85%) é utilizada para aquecer água, pelo que deve recorrer a programas de baixas temperaturas. Existem no mercado máquinas bitérmicas, com duas entradas de água independentes, uma para a água fria outra para a quente, mas estão pouco difundidas.

Utilizam o sistema de produção de águas quentes da casa, permitindo poupar 25% no tempo de lavagem, segundo os peritos da Adene. Opte por máquinas com etiqueta de classe A, aproveite ao máximo a sua capacidade e faça programas com cargas completas. As máquinas que têm uma sonda para medir a sujidade não renovam a água enquanto não for necessário.

Utilize programas de baixas temperaturas e o calor do Sol para secar roupa. Consome menos energia centrifugando do que utilizando uma máquina de secar roupa. Limpe regularmente as impurezas do filtro da e utilize produtos anti-calcário. Se tiver contratado a tarifa bi-horária, procure fazer máquinas apenas no período nocturno.

8. Centrifugar antes de secar

As máquinas de secar roupa dão jeito para Invernos chuvosos, mas são dos maiores consumidores de energia que pode ter lá em casa. A sua utilização deve restringir-se a situações em que as condições climatéricas não permitem a secagem da roupa ao Sol. Centrifugue a roupa antes de utilizar a máquina de secar.

Depois de uma centrifugação a mil rotações por minuto, existe um remanescente de humidade de 60%. Se a carga da máquina for de 6 quilogramas (kg) de algodão, no final, contém cerca de 3,5 litros de água a eliminar pela secagem. Centrifugando a roupa ao máximo, poupa energia durante a secagem. Esta pode ser feita por extracção, o que segundo os peritos da Adene é ineficiente, ou por condensação. Na primeira, o ar aquecido e húmido é expulso para o exterior, enquanto que na segunda é utilizado um circuito que elimina a água.

O controlo pode ser feito através de um sensor de humidade, que termina o processo quando é atingido o valor desejada pelo utilizador. Não seque roupa de algodão misturada com roupa pesada, limpe o filtro da máquina frequentemente e inspecione a saída de ventilação, para que não obstrua. Utilize o sensor de humidade para evitar que a roupa seque excessivamente. Se o seu equipamento tiver o programa “passar a ferro”, que não seca a roupa completamente, utilize-o.

9. Porta do forno bem fechada

Cada vez que abre a porta do forno desperdiça 20% de energia, dizem os especialistas da Quercus. Os fornos a gás são energeticamente mais eficientes do que os eléctricos, apesar de estes terem etiquetas energéticas que identificam os aparelhos mais eficientes. Se optar pelos eléctricos, procure um de classe A: consumirá menos de metade do que um classe G.

Aproveite ao máximo a capacidade do forno e cozinhe o maior número de alimentos possível de uma só vez. Regra geral, não é preciso pré-aquecer o forno para cozinhados com duração superior a uma hora. Apague-o um pouco antes de acabar de cozinhar, pois o calor residual será suficiente para acabar o processo. Os fornos com ventilação interna favorecem a distribuição uniforme de calor, poupam tempo e gastam menos energia.

10. Placas de indução mais rápidas

As placas do fogão podem ser a gás ou eléctricas. Estas dividem-se em placas de resistências convencionais, do tipo vitrocerâmico, ou de indução. As de indução aquecem os alimentos ao gerarem campos magnéticos e são mais rápidas e eficientes do que as eléctricas. Segundo os especialistas da Adene, ao utilizarmos uma panela aberta com um fundo que difunde mal o calor numa placa eléctrica, precisa de 850 watts para manter em ebulição 1,5 litros de água. Numa panela com um fundo que difunda bem o calor, requer apenas 150 watts.

11. Microondas poupa energia

Ao utilizar o microondas em vez do forno tradicional reduz o consumo de energia entre 60% a 70%. Antes de preparar a refeição, escolha os recursos disponíveis, como o microondas, fogão e, por último, o forno. Se optar pelo segundo, procure que o fundo dos recipientes seja ligeiramente maior do que o bico do fogão, aproveitando o calor ao máximo.

Utilize panelas com fundos de grande difusão de calor e, sempre que possível, opte por cozinhar em panelas de pressão, que consomem menos energia. Tape as panelas durante a cozedura e aproveite o calor residual das placas eléctricas, desligando-as cinco minutos antes do prato estar pronto.

12. Produzir calor consome mais

Os pequenos electrodomésticos que realizam acções mecânicas, como bater ou cortar, têm, regra geral, potências baixas. O ferro de engomar, torradeiras, secadores têm potências maiores por produzirem calor e consumirem mais energia. Uma máquina de barbear eléctrica pode consumir menos energia do que uma barba feita com uma lâmina de barbear, dependendo do tempo que a água estiver aberta. (O consumo de água implica o de electricidade, porque as bombas de pressão eléctricas que fazem chegar a água à torneira são activadas.)

Aproveite o aquecimento do ferro para passar grandes quantidades de roupa e evite ligá-lo várias vezes para passar pouca roupa. Abra as janelas e provoque correntes de ar naturais, para que não seja preciso ligar a ventilação.

Os produtos audiovisuais representam 9% do consumo eléctrico das famílias portuguesas. Depois dos frigoríficos, são o equipamento de maior consumo a nível global. Ligue-os a uma ficha múltipla com um botão “on” e “off”. Ao desligar o botão, apaga todos os aparelhos e poupa mais de 40 euros por ano, segundo a Adene.

13. Ecrãs planos mais eficientes

O ecrã do computador é o elemento informático que consome mais energia. Os planos (TFT) consomem menos do que os convencionais e os equipamentos informáticos com etiqueta Energy Star passam a modo de baixo consumo (estado de repouso), após algum tempo de inutilização. A protecção do ecrã que poupa mais energia é a totalmente negra. Neste estado, consome apenas 15% do normal. Se previr ausências superiores a 30 minutos, é preferível que desligue o computador.

Compre impressoras que imprimam dos dois lados do papel e aparelhos de fax que utilizem papel comum. Se utilizar o computador por períodos curtos, desligue somente o ecrã. Ao regressar, não terá que esperar que todo o equipamento reinicie. Os ecrãs de LCD poupam cerca de 37% de energia em funciona-mento e cerca de 40% em modo de espera. Mais uma vez, ligue todos os equipamentos a uma ficha múltipla com botão “on” e “off”.

14. Aceda ao EuroTopTen-Portugal

O sítio www.topten.pt visa orientar o consumidor na escolha de diversos equipamentos, como electrodomésticos, lâmpadas e até automóveis. A eficiência energética é o critério fundamental, sendo igualmente considerado o ciclo de vida dos produtos, impactos na saúde, ambiente e o nível de qualidade.

Ajuda a poupar na factura energética e é uma fonte de pressão junto dos fabricantes. Este projecto foi promovido entre 2007 e 2008 pela EDP e financiado no âmbito do plano de promoção de eficiência no consumo de energia eléctrica, aprovado pela Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos.

A partir de Dezembro de 2008, tem sido financiado pelo programa europeu “Intelligent Energy – Europe”, da Comissão Europeia e co-financiado pela Adene. O Topten.pt faz parte do Euro-Topten Plus, que reúne 20 parceiros de 16 países. O projecto termina em Dezembro de 2011, por isso, apresse-se a verificar quais os electrodomésticos que menos consomem em Portugal.

15. Menos água no banho

Demore menos tempo a tomar banho e desligue a água enquanto se ensaboa. De acordo com a Quercus, se deixar correr a água menos de dez minutos, pode reduzir 6% a factura do gás natural, o que equivale a 17 euros por ano.

Os sistemas com acumulação de água quente são mais eficientes do que os de produção instantânea e sem acumulação, mas é importante que as tubagens estejam bem isoladas, segundo a Adene. Um duche pode consumir cerca de quatro vezes menos água do que um banho de imersão e deve evitar que as torneiras fiquem a pingar. O gotejar de uma torneira pode fazê-lo perder 100 litros de água por mês.

Coloque redutores de caudal de água nas torneiras e reguladores de temperatura com termóstato, sobretudo no duche, onde pode poupar entre 4 a 6% de energia. Troque aquelas que são independentes (de água fria ou quente) pelas que misturam as águas de diferentes temperaturas. Os sistemas de descarga parcial ou com duplo botão para o autoclismo também ajudam a poupar.

16. Vidros duplos e caixilharia em PVC

Se for oportuno para o seu orçamento familiar, substitua as janelas e caixilharias por vidros duplos e caixilharias em PVC, que combinam tecnologia e técnicas de informática sem que haja intervenção humana no fabrico. Esta mudança permite menor transferência de calor entre a sua casa e o exterior, no Inverno. Aumenta o conforto da sua habitação e reduz a necessidade de aquecer ou arrefecer o seu interior.

17. Utilize o Sol como mais lhe convier

Se tiver uma casa com grande exposição solar, coloque persianas ou outros elementos de protecção para reduzir a incidência no Verão e maximizá-la no Inverno. A reabilitação urbana tem apostado no reforço do isolamento térmico e nas janelas, para que as casas reduzam as suas necessidades de aquecimento e arrefecimento.

Prefira cores claras nas paredes e tectos: aproveitam melhor a iluminação natural e reduzem a utilização artificial. Para ventilar completamente a habitação, abra as janelas durante dez minutos. Feche as persianas e cortinas durante a noite, para evitar perdas de calor, e apague as luzes das divisões que não estão a ser utilizadas. Nos “halls”, garagens ou outras zonas comuns, coloque detectores de presença para que as luzes se acendam e apaguem automaticamente.

18. Temperatura amena todo o ano

Defina o “set-point” do seu sistema de arrefecimento / aquecimento para 21 ou 22ºC no Verão e 19ºC no Inverno. Estas são as temperaturas em que a maior parte da população se sente confortável. Mais ou menos 1ºC implica mais 10% no consumo de energia, segundo os peritos da TerraSystemics. À noite, nos quartos, basta ter uma temperatura de 15ºC a 17ºC para que se sinta confortável. Em condições normais, é suficiente ligar o aquecimento durante a manhã.

À noite, deve ser desligado, a não ser que viva em zonas muito frias. O calor acumulado na habitação durante o dia costuma ser mais do que suficiente, sobretudo se fechar persianas e cortinas. Quando a casa estiver vazia durante muitas horas, considere a substituição de um termóstato normal para um programável, para fixar as temperaturas em diferentes ciclos horários.

Ligue o aquecimento depois de arejar a casa e fechar as janelas. Instale válvulas termostáticas e termóstatos programáveis em radiadores, porque são soluções práticas e poupa entre 8 e 13% no consumo.

Quando se ausentar, reduza a posição do termóstato para os 15ºC, o modo de “economia” de alguns modelos. Uma manutenção adequada da caldeira poupar-lhe-á até 15% em energia. O ar que os radiadores a água podem conter no seu interior dificulta a transmissão de calor da água quente para o exterior. É conveniente purgar este ar pelo menos uma vez por ano, no início da utilização.

19. Escolha o sistema mais eficiente

O Sol é um recurso grátis e abundante. Aproveite esta fonte de energia para instalar painéis solares térmicos, que lhe fornecem água quente sanitária. Este acto pode implicar poupanças superiores a 35% na factura do gás e da electridade, tendo em conta apenas o aquecimento das águas. Numa moradia de quatro pessoas, a instalação de um painel solar de 4 m2, para aquecimento das águas de banhos e loiças, permite-lhe poupar 50 euros por ano, ou seja, 983 euros durante o tempo de vida do equipamento.

As contas foram feitas pelos especialistas da Quercus e revelam que a conta dos gás natural pode cair 16,5% num ano, ou seja, 300 euros. Se tiver em conta apenas o aquecimento da água, as necessidades baixam cerca de 50%.

A energia solar térmica também pode ser um complemento de apoio ao aquecimento, sobretudo para sistemas que utilizem água a menos de 60ºC, como os pisos radiantes. Estes precisam de um apoio para produção de água quente, como as caldeiras a gás. Se fizer uma manutenção adequada do sistema pode obter produções elevadas e durar mais de 20 anos.

Nos edifícios novos, integra-se como uma instalação adicional, que pode garantir uma parte importante das necessidades de água quente, aquecimento e refrigeração. A refrigeração com energia solar é uma das aplicações com mais futuro, já que as épocas de maior radiação solar coincidem com o período de maior necessidade de refrigeração.

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20. Seja ecológico: recicle o lixo

Escolha produtos que não criem resíduos em excesso ou que sejam recicláveis. As embalagens familiares são preferíveis às individuais e opte por objectos que possam ser utilizados mais do que uma vez. Os materiais com maior percentagem de reciclagem são o papel, o vidro e os metais.

Os pneus podem ser utilizados para materiais redutores de som nas auto-estradas ou aproveitados para substituir os combustíveis fósseis nos fornos das cimenteiras, por exemplo.

O óleo alimentar está a ser utilizado para produzir biodiesel. Cada habitante produz em média 1,7 quilogramas de lixo por dia. Cerca de 65% do lixo doméstico é susceptível de ser reciclado. Por cada tonelada de vidro que se recicla, poupam-se 1.200 quilogramas de matérias-primas e 130 quilogramas de combustíveis.

Por cada tonelada de papel que se recicla, evita que se cortem 14 árvores, se consumam 50 mil litros de água e mais de 300 quilogramas de petróleo.

FONTE - jornaldenegocios.pt